Herança cultural: Hábitos, costumes e identidade

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Conhecer um pouco da história, da cultura, dos costumes e também das crenças que culminaram no que culturalmente somos e herdamos, desde as manifestações artísticas, as músicas, comidas típicas, brincadeiras, simpatias, costumes e lendas que são transmitidas de geração em geração expressando a tradição e o conhecimento de um povo, comumente conhecido como Folclore é o que será apresentado nesta mostra, no intuito de preservar e perpetuar esta herança cultural que não pode cair no esquecimento e que também é muito importante para compreendermos grande parte do jeito de ser e de viver de um povo.

Comemorado no dia 22 de agosto, o Folclore Brasileiro é riquíssimo e cada região expressa suas manifestações, costumes e festas populares, passando-as através das gerações, de modo a não apenas perpetuar a questão histórica, bem como permitir conhecer alguns costumes, comemorações, como é o exemplo da dança da quadrilha, carimbó, bumba-meu-boi. Pode-se citar também brincadeiras infantis temos a amarelinha, as cinco Marias, barra manteiga, cabra cega, passa anel, carniça, pau-de-sebo, além de várias outras, unindo e permitindo estabelecer elos de ontem e os de hoje.

Como já mencionado, várias coisas podem ser de origem folclórica, assim sendo músicas, brincadeiras, remédios caseiros, adivinhações, histórias e personagens, como Saci-Pererê, Negrinho do Pastoreio, Iara (mãe d’água), Mula-sem-Cabeça, Lobisomem, Curupira e Boi-Tatá, etc, que foram trazidos até os dias atuais e respondem pelo conjunto de hábitos e crendices de um povo.

Após realizarem uma gama de atividades e pesquisas relacionadas ao tema, os alunos do 1º ao 5º anos prepararam um momento muito especial para comemorar esta importante data. Desta forma aconteceram várias apresentações e seu registro será disponibilizado abaixo:

1ª apresentação: realizada pelos alunos dos quartos anos  –  MÚSICA  – BANDEIRA DO DIVINO: Manifestação religiosa.

A Festa do Divino ou do Divino Espírito Santo, foi trazida ao Brasil já em 1500. Aqui como em Portugal, ela é comemorada, no dia de Pentecostes, realizado, 50 dias após a Páscoa. Seria na tradição cristã e católica, o momento em que o filho vai aos braços do pai, e ambos se consagram no Espírito Santo, se tornando uno e Deus. Por isto então Divino. Têm um significado de agradecimento e de louvor. Fé e vida.

 

2ª apresentação: MÚSICA – ESCRAVOS DE JÓ – alunos do terceiro ano.

Trabalhando o ritmo e a coordenação motora, guiados pelas professoras e pelo professor José Leonardo, usando bambolês e o próprio corpo, os alunos dos terceiros anos brincaram ao som da música supracitada.

 

 

3ª apresentação: BRINCADEIRA CANTADA  – A LINDA ROSA JUVENIL 

As brincadeiras de roda e canções, sempre são muito bem aceitas pelas crianças e abrem um leque de possibilidades que permitem explorar uma variedade enorme de assuntos, como o mundo dos contos de fadas e seus personagens, das cores, das plantas, dentre outros. E foi assim que os alunos do primeiro ano, brincaram e repassaram uma importante manifestação artística.

 

4ª apresentação:  LENDA DO SACI PERERÊ –  dança dos alunos dos segundos anos das professoras Leydiane e Vânia.

Muito difundida no Brasil, a lenda do Saci Pererê, apresenta um menino travesso, de cor negra, que possui apenas uma perna, usa uma carapuça ou gorro vermelho na cabeça e fica o tempo todo fumando cachimbo.
Dentre suas travessuras, o gosto por dar nó nas crinas dos cavalos, sua capacidade de aparecer e desaparecer misteriosamente e toda vez que aprontava suas travessuras, ele dava agudas e alegres risadas.

5ª apresentação:  HISTÓRIA DO BUMBA MEU BOI – alunos dos quintos anos das professoras Aline e Cláudia.

A história do Bumba Meu Boi foi inspirada na lenda da mãe Catirina e do pai (Chico).

Nessa versão, são um casal de negros trabalhadores de uma fazenda. Quando mãe Catirina fica grávida, ela tem desejo de comer a língua de um boi. Empenhado em satisfazer a vontade, o desejo da amada, pai Chico quase mata um dos bois preferidos pelo fazendeiro que, ao notar a falta do animal, coloca todos em busca do seu paradeiro.

Ao ser encontrado quase sem vida, o animal se recupera com a ajuda de um Pajé. Esta lenda nordestina está associada ao conceito de milagre do catolicismo ao trazer de volta o animal. A festa do bumba meu boi é celebrada para comemorar esse milagre.

 

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